28.2.12

Sarmo 23 dos Mineiros

 
O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma
Inda que eu tenha qui andá nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta não careço tê medo di nada 

a-modo-de-quê

Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô pra inté nunca mais se acabá…
 

AMÉIM!

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